🎄 Reflexão Crocodilo: “Ano que vem seremos milionários”
Ah, a véspera de Natal… aquela época mágica em que acreditamos em qualquer mentira que nos dê esperança.
E todo ano, sem falta, surge a mesma promessa interna:
“Ano que vem, nessa mesma data, vou estar milionário.”
🐊 A ilusão do sucesso instantâneo
É incrível como, nessa época, qualquer plano impossível parece totalmente viável:
abrir a empresa que vai faturar milhões em uma semana
investir em ações que “certeza vão explodir”
criar aquela ideia brilhante que vai revolucionar o mundo
E a gente olha pro panetone e pensa:
“Se eu conseguir ficar rico até amanhã, vou até comprar dois!”
Spoiler: não funciona assim. Nunca funcionou. Mas é divertido acreditar.
🐊 Mentira #1: “Eu só preciso de um empurrãozinho”
Todo mundo acredita que, com um toque de sorte, todo esforço do ano inteiro vai se transformar em fortuna da noite para o dia.
O problema?
O empurrãozinho nunca vem… e a conta bancária continua rindo de nós enquanto comemos rabanada.
🐊 Mentira #2: “Ano que vem vai ser diferente”
Sim, a clássica promessa natalina:
“Ano que vem vou investir melhor”
“Ano que vem vou trabalhar menos e ganhar mais”
“Ano que vem vou ser milionário e viajar pelo mundo”
Ano que vem chega, e… surpresa!
Você está no mesmo emprego, com a mesma conta bancária, rindo da sua própria ilusão.
Mas, pelo menos, você ainda tem esperança.
🐊 O humor da ambição natalina
A grande beleza disso tudo é que ninguém admite a verdade, mas todos compartilham a mesma fantasia coletiva.
No fundo, todos nós sabemos:
o milionário não vai aparecer magicamente
a grande ideia não vai se realizar sozinha
o ano que vem será como este, só que com mais ilusão e menos paciência
E mesmo assim… continuamos acreditando.
Porque o Natal é a época em que mentir pra si mesmo é socialmente aceitável.
🐊 Conclusão Crocodilo
Então, nesse dia antes do Natal, reflita:
sobre as mentiras que contamos a nós mesmos
sobre a esperança que nos mantém rindo do impossível
E lembre-se: se ano que vem você não for milionário…
pelo menos ainda estará vivo, com panetone na mão e histórias para contar.
